Um monge e os seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam sobre uma ponte, viram um escorpião arrastado pela água. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e apanhou o animal com a mão. Quando o trazia para fora, o escorpião picou-o e, devido à dor, o monge deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem apanhou um ramo de uma árvore e voltando a entrar na água, recolheu o escorpião de novo e salvou-o. De novo o monge juntou-se aos discípulos que se encontravam na estrada a assistir à cena perplexos e pesarosos.
"Mestre, deve estar a doer-lhe muito! Porque salvou esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia a sua compaixão!"
O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu de acordo com a sua natureza, e eu de acordo com a minha."
Este conto faz-nos reflectir sobre a forma de melhor compreendermos e aceitarmos as pessoas com que nos relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar as nossas próprias reacções e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode.
Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito pelo próximo.
Autor desconhecido
Mesmo que voes, um dia perderá as asas. Isso mostra o quanto és frágil. Mas, enquanto voas, pode ir aonde queres. Isso mostra o quanto és livre. Kitsune Faherya
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
O Monge e o Escorpião...
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Não é a intensidade ...
Não é a intensidade dos sentimentos elevados que faz os homens superiores mas a sua duração.
Friedrich Nietzsche
Friedrich Nietzsche
Há dois graus no orgulho...
Há dois graus no orgulho: um, em que nos aprovamos a nós próprios, o outro, em que não podemos aceitar-nos. Este provavelmente o mais requintado.
Henri Amiel
Henri Amiel
Tem momentos ...
Tem momentos que você pensa que é forte e faz também com que todos ao teu redor acreditem mas o que você realmente quer é alguém que te perguntasse se você estava bem ou que simplesmente te abraçasse.
Gabito Nunes
Gabito Nunes
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Vidro ou Diamante...
Vidro ou Diamante
Um homem esperava para atravessar uma avenida quando um bril...ho na grama em que pisava chamou sua atenção.
Deu uma olhada sem se abaixar e pensou... "Deve ser um caco de vidro e foi embora".
Mais tarde outro homem na mesma situação percebeu o brilho, abaixou-se, pegou a pedra meio suja e viu que era talhada como um lindo diamante.
Parecia mesmo um diamante enviando raios luminosos com as cores do arco-íris quando colocado ao sol.
O homem pensou "Puxa, será um diamante"? Desse tamanho? Perdido aqui? Como veio parar aqui? Talvez eu devesse levar a um joalheiro pra ver ser é mesmo.
Olhava e olhava e de repente disse a si mesmo... "Que idiota eu sou, imagina se isso é um diamante, só pode ser um vidro talhado em forma de diamante que caiu de algum anel de bijuteria".
Porque um cara como eu iria achar um diamante? E se eu levar a um joalheiro ainda vou ter que agüentar a gozação do homem por eu ter achado que podia ser um diamante...
Ah, logo eu ia achar um diamante assim... Perdido numa grama... "Logo eu..."
E assim pensando jogou de novo a pedra na grama e atravessou a avenida até meio triste pela sua pouca sorte.
No dia seguinte outro homem passando pelo mesmo lugar viu a pedra, atraído pelo seu brilho.
"Que beleza de pedra" ele pensou!
"Parece um diamante, talvez até seja um diamante, mas também pode ser apenas um pedaço de vidro imitando um diamante... o melhor que tenho a fazer é levá-la a um joalheiro e pedir uma avaliação."
E colocou a pedra no bolso. Tendo levado-a para avaliação mais tarde descobriu ser um verdadeiro diamante, de muitos quilates e com uma lapidação especial.
Era uma pedra muito valiosa! Realmente especial e o homem ficou muito feliz com a sua boa sorte!
Na nossa vida às vezes encontramos pessoas que são como esse diamante... Valiosas!
Pena que nem sempre nos damos o tempo para avaliá-las confiando na nossa primeira, e muitas vezes errônea, impressão, ou simplesmente achando que nunca tivemos sorte, então, porque aquela pessoa apareceria justamente pra nós?
Desconheço o autor
Um homem esperava para atravessar uma avenida quando um bril...ho na grama em que pisava chamou sua atenção.
Deu uma olhada sem se abaixar e pensou... "Deve ser um caco de vidro e foi embora".
Mais tarde outro homem na mesma situação percebeu o brilho, abaixou-se, pegou a pedra meio suja e viu que era talhada como um lindo diamante.
Parecia mesmo um diamante enviando raios luminosos com as cores do arco-íris quando colocado ao sol.
O homem pensou "Puxa, será um diamante"? Desse tamanho? Perdido aqui? Como veio parar aqui? Talvez eu devesse levar a um joalheiro pra ver ser é mesmo.
Olhava e olhava e de repente disse a si mesmo... "Que idiota eu sou, imagina se isso é um diamante, só pode ser um vidro talhado em forma de diamante que caiu de algum anel de bijuteria".
Porque um cara como eu iria achar um diamante? E se eu levar a um joalheiro ainda vou ter que agüentar a gozação do homem por eu ter achado que podia ser um diamante...
Ah, logo eu ia achar um diamante assim... Perdido numa grama... "Logo eu..."
E assim pensando jogou de novo a pedra na grama e atravessou a avenida até meio triste pela sua pouca sorte.
No dia seguinte outro homem passando pelo mesmo lugar viu a pedra, atraído pelo seu brilho.
"Que beleza de pedra" ele pensou!
"Parece um diamante, talvez até seja um diamante, mas também pode ser apenas um pedaço de vidro imitando um diamante... o melhor que tenho a fazer é levá-la a um joalheiro e pedir uma avaliação."
E colocou a pedra no bolso. Tendo levado-a para avaliação mais tarde descobriu ser um verdadeiro diamante, de muitos quilates e com uma lapidação especial.
Era uma pedra muito valiosa! Realmente especial e o homem ficou muito feliz com a sua boa sorte!
Na nossa vida às vezes encontramos pessoas que são como esse diamante... Valiosas!
Pena que nem sempre nos damos o tempo para avaliá-las confiando na nossa primeira, e muitas vezes errônea, impressão, ou simplesmente achando que nunca tivemos sorte, então, porque aquela pessoa apareceria justamente pra nós?
Desconheço o autor
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Tu escolhes...
" Tu escolhes, recolhes, eleges,
atrais, buscas, expulsas, modificas tudo
aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave
de teus atos e atitudes...
São as fontes de atração e repulsão
na tua jornada vivência."
atrais, buscas, expulsas, modificas tudo
aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave
de teus atos e atitudes...
São as fontes de atração e repulsão
na tua jornada vivência."
Chico Xavier
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Quase Nada...
De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo
Noite alta que revele
Um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada
Um passeio pela pele
Dia claro madrugada
De nós dois não sei mais nada
De você sei quase nada
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Pra onde vai ou porque veio
Nem mesmo sei
Qual é a parte da tua estrada
No meu caminho
No meu caminho
Será um atalho
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Ou um desvio
Um rio raso
Um passo em falso
Um prato fundo
Pra toda fome
Que há no mundo
Pra toda fome
Que há no mundo
Se tudo passa como se explica
O amor que fica nessa parada
Amor que chega sem dar aviso
Não é preciso saber mais nada
O amor que fica nessa parada
Amor que chega sem dar aviso
Não é preciso saber mais nada
Zeca Baleiro
Assinar:
Postagens (Atom)






